O juiz Alsup que é o responsável por dirigir o processo entre a Oracle e a Google que foi levantado acerca da propriedade intelectual do Java e Android também tem alguns conhecimentos sobre programação, sobre os quais se baseou para desqualificar o argumento apresentado em tribunal por um dos advogados da Oracle.

O juiz ainda proferiu uma frase dura ao advogado em questão: “Você é um dos melhores advogados da América, como pode apresentar este argumento?”

Toda esta questão foi levantada devido à função “rangeCheck” que é efectuada em 9 linhas de código e que segundo o juiz tem uma função trivial e que poderia ser escrita por qualquer programador sem que este necessitasse de qualificações especiais, dizendo que ele próprio já tinha programado funções similares várias vezes, discordando assim do argumento da Oracle que afirma que a Google copiou esta função propositadamente de modo a conseguir colocar o sistema operativo móvel Android no mercado um pouco mais depressa.

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O VRaptor foi criado em 2003 no IME-USP e tem enchido de orgulho os seus developers. O VRaptor tem como principal trunfo a simplicidade com que aborda o desenvolvimento de aplicações variadas e da manutenção do seu código fonte

Trata-se de uma framework MVC em Java que se vale de “boas práticas” como REST, Injeção de Dependências e Convenção sobre Configuração, para citar apenas algumas, que permitem a criação de aplicações de forma agradável e bastante produtiva.

Caelum é a promotora oficial do VRaptor, e já conta com mais de 30 mil downloads da sua última versão, 3.0, lançada em 2009. Lucas Cavalcanti é um dos entusiastas do assunto e ensina uma série de truques no “hands on”.

Aqui estão alguns dos vídeos de Lucas Cavalcanti:

Aqui fica mais um dos seus vídeos:

Poderá obter mais informações sobre o projecto Aqui:

Plugins e contribuições: https://github.com/caelum/vraptor-contrib
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Durante a última década, os processadores multicoredominaram o mercado de PCs, Portáteis, Tablets e Smartphones. Os processadores de vários núcleos são capazes de executar várias instruções ao mesmo tempo, o que permite um aumento de desempenho das aplicações. É nos dispositivos menos poderosos, como os telemóveis, que os utilizadores percepcionam os maiores incrementos de performance, muito graças ao que ficou popularizado como o “verdadeiro” Multitasking.

O Multitasking dá aos utilizadores a possibilidade de executar várias aplicações em simultâneo. No entanto, dentro de cada uma destas aplicações quase nada mudou. As instruções continuam a ser executadas sequencialmente e não em paralelo, como seria adequado numa plataforma multicore. Por mais cores que estejam disponíveis, por mais “poderosa” que seja a máquina, um programa deste género irá executar à velocidade máxima que cada core oferece individualmente, sendo praticamente irrelevante o número total de cores que se encontram disponíveis.

Uma técnica habitual para aumentar o desempenho dos multicores sem afectar demasiado o consumo energético é aumentar o número de cores mas diminuir a velocidade de relógio que cada core oferece. Esta abordagem resulta se os programas estiverem preparados para executar de acordo com esta filosofia. Mas, se assim não for, a compra de um novo equipamento terá muitas vezes um efeito contrário ao desejado: as nossas aplicações poderão mesmo passar a executar mais lentamente. Hoje em dia, comprar equipamento mais moderno quase nunca é a solução para problemas de performance. Isto conduz-nos à nossa próxima questão “porque é que não estão todos os programas preparados para executar internamente em paralelo e fazer uso de todo o potencial computacional existente nos multicores?” A resposta é simples, embora não muito satisfatória: a programação de aplicações paralelas é um tarefa complexa, difícil e que pode potencialmente introduzir toda uma nova dimensão de problemas e erros de execução inexistentes nas aplicações sequenciais.

Uma das linhas de I&DT atuais, tanto na academia como nas grandes empresas de IT e laboratórios de investigação por esse mundo fora, consiste em descobrir novos modelos de representar o paralelismo e a concorrência de forma a diminuir a complexidade implícita na sua implementação. Este esforço personifica diferentes dimensões, ao nível das plataformas, das frameworks e da tecnologia em geral, mas também ao nível das linguagens de programação em que estas aplicações são desenvolvidas. As linguagens atuais, como por exemplo JAVA, C# e C, estão ser estendidas por meio de bibliotecas e novas propriedades (Futures, Fork-Join, Map-Reduce, Grand Central Dispatch da Apple, etc.). Por outro lado, também estão a ser criadas novas linguagens de programação claramente vocacionadas para o desenvolvimento de software paralelo. Exemplos disso são a X10 da IBM, Fortress da Oracle, Erlang da Ericsson e Scala criada no EPFL de Lausanne.

Estas linguagens estão muito longe de se tornarem tão populares como JAVA ou C# e muitas nunca passarão do domínio da investigação, no entanto parte das novidades que estas linguagens estão a introduzir irão no futuro encontrar caminho para as linguagens mais populares. É por esta razão que vale a pena olhar para elas e descobrir de que forma estão a melhorar a tarefa de escrever programas paralelos, qual será o seu impacto na performance final dos programas e até que ponto serão bem sucedidas em explorar todo o poder computacional latente nos processadores multicore. Pois estes, vieram para ficar.

Fonte:

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Já está disponível a nova edição da Revista Espírito Livre, esta edição traz como destaque o tema “20 Anos do Linux”, contém também um artigo sobre “Interfaces Com YAD”, entre outros temas.

A Revista Espírito Livre é uma revista redigida por um grupo de voluntários que tem por gosto pelo software livre e apresenta artigos de grande qualidade e utilidade.

O Download da revista Pode Ser Feito Aqui:

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Altran Portugal vai abrir cerca de meia centena de vagas destinadas a engenheiros na área das tecnologias de informação, que pretendam integrar um projeto em Paris. O objetivo é que os novos colaboradores adquiram experiência internacional, para posterior desenvolvimento em Portugal.

Os candidatos devem ter, pelo menos, um ano de experiência e conhecimentos nas áreas de JAVA/J2EE, PL/SQL, PHP5, Unix/Linux ou Redes e suporte rádio, assim como bons conhecimentos de francês.

Ao abrigo do programa Altran Engineer, anunciado ontem pela subsidiária da multinacional no nosso país, deverão ser admitidos “aproximadamente 50 engenheiros de informática, eletroténicos e de redes”, avança a empresa, que desde 2009 vem investindo numa fábrica de software nearshore.

Os objetivos passam por servir o mercado nacional e internacional, apresentando-se como uma alternativa a opções offshore - baseadas em países como a Índia, por exemplo.

O investimento permite a transferência de processos de negócio e de Tecnologias de Informação (TI) para empresas de países próximos, sendo que Portugal se apresenta como um dos maiores centros de nearshore da Europa, realça a empresa.

A plataforma criada pela Altran Portugal valeu-lhe, o ano passado, o reconhecimento dentro da multinacional, que destacou “a excelência dos profissionais e a maturidade do Centro de Soluções de Portugal”, passando a ser considerada uma plataforma de nearshore para o Grupo Altran. Neste contexto foi prevista a deslocalização de atividades de desenvolvimento em sistemas de informação e a criação de cerca de 50 novos postos de trabalho, explicou a diretora geral da empresa em território nacional, Célia Reis.

“As condições financeiras e optimização da relação qualidade/preço em Portugal, a alavancagem da economia nacional, Portugal estar próximo dos principais players europeus, a acessibilidade a menos de três horas de avião e o facto de a plataforma de nearshore ser uma alternativa credível às tradicionais plataformas de offshore” são alguns dos fatores apontados pela empresa para a escolha do país para criação de um centro de competências deste tipo.

Os interessados em integrar o projeto, deverão enviar as candidaturas, acompanhadas de curriculum vitae em francês ou inglês, para o endereço de email DRH.Recrutamento@altran.pt.

Fonte:

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