Tape o olho direito e diga quantos zeros consegue ver no ecrã

Toda a gente conhece os Anonymous? Pois só na semana passada os Unknowns se tornaram conhecidos ao atacar as redes da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA).

Além das agências espaciais europeia e norte-americana, o novo grupo de hackers conseguiu entrar nas redes da prestigiada Universidade de Harvard, e nas redes geridas pelo Governo de França e do Bahrein.

Foram os próprios Unknowns que reivindicaram os ataques com aos sistemas de 10 organizações dispersas pelo Globo. De acordo com o The Verge, o grupo de hackers publicou no site Pastebin vários screenshots que comprovam a veracidade dos ataques.

PC World refere que o grupo de hackerws publicou 215 MB de dados provenientes da Força Aérea dos EUA. Os responsáveis militares dos EUA preferiram não comentar esta fuga de informação que dá a conhecer relatórios de despesas, planos de comunicações em situações de emergência e informação indiscriminada que foi processada em 2012.

Em contrapartida, a NASA já confirmou os ataques, mas sublinha que os hackers não acederam a nenhuma informação sensível.

Os ataques centrados em organizações governamentais e a descrição dos ataques no Pastebin são dois dos pontos em comum entre os recém-criados Unknowns e os já famosos Anonymous.

Apesar de não enjeitarem a possibilidade de recrutar efetivos entre os internautas de todo o mundo, os Unknowns relembraram através de uma texto publicado no Twitter que forneceram às vítimas os detalhes sobre os ataques e sublinharam ainda que não pretendem «fazer mal» às entidades que foram atacadas.

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O grupo de piratas informáticos Anonymous concretizou a sua ameaça e colocou fora de utilização o site oficial da Fórmula 1. Este grupo, conhecido pelos seus ataques informáticos a entidades conhecidas mundialmente, como a Sony, Casa Branca ou Visa, havia lançado um comunicado no qual ameaçava colocar o site oficial da Fórmula 1 ‘em baixo’ caso o Grande Prémio do Bahrein fosse avante.


Anonymous 'atacam' site oficial da Fórmula 1

Como tal, e como os monolugares estão mesmo no Bahrein, os ‘piratas’ atacaram o site e deixaram a página inacessível para os seus visitantes. Recorde-se que no comunicado, difundido ontem pela Internet, o grupo ameaçava que “a partir de amanhã [sexta-feira], vamos colocar o site Formula1.com num buraco abissal na Internet. Iremos bloquear igualmente as linhas telefónicas, bombardear as caixas de mail e estragar tudo o que encontrarmos seu [de Bernie Ecclestone] na Internet”.

De forma dura, é criticada a decisão de Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da modalidade, e também o regime do Bahrein. De acordo com o comunicado dos Anonymous, o ataque cibernético durará todo o tempo do grande prémio.

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Foi através do Youtube que o grupo de Hackers Anonymous deixou uma ameaça ao presidente da câmara do Porto, Rui Rio, veja o vídeo.

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Uma ameaça alegadamente publicada pelo grupo Anonymous promete bloquear amanhã a Internet, recorrendo a um ataque de amplificação de DNS dirigido aos 13 servidores geridos pelo ICANN que garantem o endereçamento do tráfego para os endereços dos sites.

A Operação Blackout, como foi denominada, é mais um protesto contra o SOPA (Stop Online Piracy Act), WallStreet e os “amados” banqueiros, como explica a mensagem publicada, mas há quem duvide da veracidade da ameaça.

Apesar da informação divulgada, em vídeo e noPasteBin parecer um comunicado oficial do grupo, no Twitter já há desmentidos sobre a operação Blackout, que é comparada à ameaça – falsa – de desligar o Facebook que chegou a circular há alguns meses.

“Pela bilionésima vez: Os Anonymous não vão desligar a Internet a 31 de Março. A OpGlobalBlackou é só outra OpFacebook failop”, lê-se na conta. E o próprio grupo questiona a razão porque iria bloquear a Internet, o seu “parque de diversões”.

Não é a primeira vez que alegadas ameaças dos Anonymous são depois desmentidas nos sites habitualmente usados para comunicação pelo grupo de hacktivistas, mas a própria génese das operações propícia este tipo de confusão.

mensagem em vídeo, semelhante a outras anteriores produzidas pelo mesmo grupo, foi publicada no YouTube explicando as razões do ataque e o método que os hacktivistas pretendem usar.

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