Após ver o documentário acima mostrado surgiram-me uma série de questões relacionadas com a segurança informática, hacking e o nosso pequeno Portugal, mas no fundo nem sei bem o que pensar acerca de tudo isto.

Será o Hacking uma nova forma de fazer guerra? Será esta a motivação dos grupos hacker’s que tem feito parte das noticias mundiais?
Numa altura em que o mundo está cada vez mais informatizado o que leva a que haja maior motivação de atacar esses sistemas de modo a obter acesso a dados importantes e sensíveis, será que é possível um país perder o controlo das suas identidades caso houvesse uma falha geral nos sistemas informáticos? Estará Portugal sujeito a um ataque semelhante ao que aconteceu entre a Estónia e a Russia como apresenta o documentário? Deixará o estado Português de funcionar caso os sistemas sejam invadidos e danificados?

Num momento em que o mundo está cada vez mais dependente das comunicações cibernéticas seja para fins comerciais ou não os grupos hacker’s começam a constituir uma real ameaça à actual sociedade?

E vocês o que pensam acerca do actual aumento dos ataques encetados pelos grupos hacker’s activistas?

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Segundo a Business Software Alliance (BSA), que entrevistou 15.000 utilizadores em 33 países, cerca de 50% do total dos utilizadores de computadores em todo mundo usa software pirateado. Os dados avançados pela associação que representa os fabricantes de software indicam que 57% dos inquiridos admitem piratear software regularmente, 26% refere que o fazem menos frequentemente e 38% afirma nunca ter pirateado qualquer tipo de software.

No entanto a questão mais grave e pertinente é o facto de a comercialização de software pirateado estar a aumentar exponencialmente ao ponto de superar os valores dos ganhos do software original, o que está a deixar as produtoras de software muito descontentes.

A tabela abaixo indicada demonstra os valores dos ganhos entre os software original e pirateado nos principais países mundiais:

 

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Creating a Phishing Website for Hacking


Aqui fica um vídeo que apresenta algumas informações úteis para quem por curiosidade queira compreender como são construídos os websites usados para a prática de phishing.

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Um juiz norte-americano veio defender que o endereço de IP não é suficiente para identificar o autor de um download ilegal. A posição foi sustentada pelo magistrado no âmbito de um processo intentado por uma produtora de filmes pornográficos, que acusa quatro internautas de descarregarem ilegalmente conteúdos que lhe pertencem.

A K-Beech tem vindo a intentar diversas ações em diferentes Estados do país, com o objetivo de ser compensada pelos filmes para adultos que alega terem sido descarregados com recurso ao BitTorrent, em violação dos seus direitos. Mas tudo indica que desta vez não será bem-sucedida.

No caso conhecido como “K-Beech, Inc. v. John Does 1-37″, o juiz responsável por julgar o processo classificou como “abusivo” o tipo de litigância levado a cabo pela empresa e recusou-se a aceitar os endereços de IP apresentados como método que baste para identificar os suspeitos, relata o The Register.

Segundo Gary R Brown, citado pelo site especializado, o que os advogados da empresa levaram a tribunal foram “endereços de IP que supostamente correspondem a um endereço físico”.

O magistrado entende que assumir que a pessoa que paga a conta de Internet de uma determinada localização é a mesma que descarregou os conteúdos em causa se baseia numa ligação que é fraca, e que tem vindo a ser cada vez mais usada.

Um endereço de IP fornece apenas a localização de uma acesso à Internet, que pode estar a ser usado por vários dispositivos. Assim como um mesmo número de telefone pode ser usado por vários terminais.

A probabilidade de ter sido o titular do contrato de Internet naquele local a fazer um determinado download não é maior do que a de ter sido o titular de um número de telefone a fazer uma chamada em específico, defende.

O juiz criticou também o pedido da acusação para ter acesso a mais informações sobre a identidade do titular do endereço de IP, uma vez que “o alegado infrator tanto pode ser o subscritor, como um membro da sua família, um empregado, um convidado, um vizinho ou um intruso”.

O magistrado reconheceu ainda que os suspeitos tinham bons argumentos de defesa e criticou a prática da acusação de juntar vários réus na mesma ação – afirmando que esta estaria a tirar partido de uma lacuna na lei para se poupar ao pagamento de taxas que seriam devidas se intentasse um processo contra cada réu.

Apesar disso, deu autorização à acusação para aceder a dados que identificam os titulares dos endereços de IP em causa e ordenou aos fornecedores de serviços de internet que fornecessem toda a informação relevante necessária ao processo.

Fonte:

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Tape o olho direito e diga quantos zeros consegue ver no ecrã

Toda a gente conhece os Anonymous? Pois só na semana passada os Unknowns se tornaram conhecidos ao atacar as redes da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA).

Além das agências espaciais europeia e norte-americana, o novo grupo de hackers conseguiu entrar nas redes da prestigiada Universidade de Harvard, e nas redes geridas pelo Governo de França e do Bahrein.

Foram os próprios Unknowns que reivindicaram os ataques com aos sistemas de 10 organizações dispersas pelo Globo. De acordo com o The Verge, o grupo de hackers publicou no site Pastebin vários screenshots que comprovam a veracidade dos ataques.

PC World refere que o grupo de hackerws publicou 215 MB de dados provenientes da Força Aérea dos EUA. Os responsáveis militares dos EUA preferiram não comentar esta fuga de informação que dá a conhecer relatórios de despesas, planos de comunicações em situações de emergência e informação indiscriminada que foi processada em 2012.

Em contrapartida, a NASA já confirmou os ataques, mas sublinha que os hackers não acederam a nenhuma informação sensível.

Os ataques centrados em organizações governamentais e a descrição dos ataques no Pastebin são dois dos pontos em comum entre os recém-criados Unknowns e os já famosos Anonymous.

Apesar de não enjeitarem a possibilidade de recrutar efetivos entre os internautas de todo o mundo, os Unknowns relembraram através de uma texto publicado no Twitter que forneceram às vítimas os detalhes sobre os ataques e sublinharam ainda que não pretendem «fazer mal» às entidades que foram atacadas.

Fonte:

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