Archive for the ‘Tecnologias de Informação e Comunicação’ Category

Após ver o documentário acima mostrado surgiram-me uma série de questões relacionadas com a segurança informática, hacking e o nosso pequeno Portugal, mas no fundo nem sei bem o que pensar acerca de tudo isto.

Será o Hacking uma nova forma de fazer guerra? Será esta a motivação dos grupos hacker’s que tem feito parte das noticias mundiais?
Numa altura em que o mundo está cada vez mais informatizado o que leva a que haja maior motivação de atacar esses sistemas de modo a obter acesso a dados importantes e sensíveis, será que é possível um país perder o controlo das suas identidades caso houvesse uma falha geral nos sistemas informáticos? Estará Portugal sujeito a um ataque semelhante ao que aconteceu entre a Estónia e a Russia como apresenta o documentário? Deixará o estado Português de funcionar caso os sistemas sejam invadidos e danificados?

Num momento em que o mundo está cada vez mais dependente das comunicações cibernéticas seja para fins comerciais ou não os grupos hacker’s começam a constituir uma real ameaça à actual sociedade?

E vocês o que pensam acerca do actual aumento dos ataques encetados pelos grupos hacker’s activistas?

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IBM apresentou esta manhã em Lisboa as primeiras ofertas a ficarem comercialmente disponíveis da nova categoria de sistemas integrados inteligentes que a empresa está a lançar, os Pure Systems. As primeiras novidades materializam-se em duas linhas de produtos: Pure Flex (infraestrutura) e Pure Applications.

Capacidade, consolidação e preparação para a cloud foram as palavras mais usadas por Jim O’Connor, engenheiro e um dos membros da equipa que desenvolveu as novas ofertas, na apresentação realizada no Pavilhão do Conhecimento. As propostas serão posicionadas para três segmentos: Express, Standard e Enterprise. Para já ficam disponíveis as duas primeiras.

À margem do encontro Ricardo Martinho, diretor de software da IBM Portugal, explicou ao TeK que as novas ofertas estão disponíveis no mercado português a partir de hoje. Trazer as novas propostas para Portugal implicou algumas mudanças na IBM, que não foram estruturais, mas pequenos ajustes na forma como a empresa posiciona o negócio de hardware e software, áreas que os Pure Systems integram e que também passaram a trabalhar com maior ligação.

O mesmo responsável garantiu ainda que a IBM Portugal já tem clientes portugueses interessados na oferta, apresentada na semana passada nos Estados Unidos, revelando que ainda hoje a empresa fará uma apresentação das primeiras ofertas Pure num grande cliente da área da banca.

Permitir às empresas uma redução do orçamento TI aplicado à manutenção dos seus sistemas de informação é um dos grandes argumentos da IBM na apresentação das novas linhas de produto.

Ao longo dos últimos meses a empresa tem experimentado os novos produtos junto de alguns clientes de teste e para transmitir a mensagem divulgou os resultados obtidos. Um dos exemplos fornecidos é o de um cliente da área industrial que migrou o sistema de suporte ao seu ERP, suportado em 18 servidores, para as novas soluções IBM e conseguiu uma redução de 78% nos custos de licenciamento de software em três anos.

Para Ricardo Martinho, além da consolidação, a integração e inteligência dos Pure Systems serão argumentos de peso para convencer o mercado a investir, num momento de restrições orçamentais como o atual.

O responsável acredita que as novas propostas são interessantes para grandes empresas mas também para as PMEs nacionais, pelo nível de automatização que integram (linha Express) e preparação para a cloud, antecipa.

Os Pure Systems são o resultado de 2 mil milhões de dólares investidos em investigação pela empresa nos últimos anos. Introduzem uma abordagem diferente daquela que orientava as linhas IBM até aqui, com um foco central na integração, uma estratégia que outros fabricantes também têm vindo a trabalhar.

Ricardo Martinho, compara o lançamento dos Pure Systems ao lançamento do IBM 360 na década de 60 do século passado.

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A polémica está instalada na avaliação de imóveis, tudo porque as Finanças estarão a usar o Google Maps como um dos recursos para determinar o valor de prédios e moradias. Os “erros grosseiros” encontrados surgem quando as informações dadas pelo serviço da gigante da Internet não são cruzadas com as resultantes de outras vias tradicionalmente usadas, ou confirmadas no terreno.

A situação é reportada pelo jornal i que refere a existência de um caso em que os proprietários de um complexo habitacional com 28 casas reclamaram e a revisão resultou em menos de um milhão de euros em matéria coletável, que seria cobrada indevidamente. De acordo com as notificações recebidas pelas Finanças, os proprietários teriam de pagar quase o triplo do imposto municipal sobre imóveis (IMI) a partir de 2013.

O montante exigido levou um dos moradores, Adriano Oliveira, a contestar o valor numa repartição de Finanças em Algés, onde o complexo se situa, que descobriu que a avaliação tinha sido feita com base em fotografias do Google e que ninguém tinha confirmado algumas das conclusões tiradas, como por exemplo apontar-se erradamente que aquele seria um condomínio fechado.

A Associação Nacional de Proprietários (ANP), que está a monitorizar este processo, tem recebido várias queixas semelhantes. “Para encontrar os valores, as Finanças socorrem-se do número de polícia, das plantas ou croquis e também do Google. Mas nem sempre se percebe como chegam a determinas informações, como o ano da construção do prédio, que não vem na planta”, diz António Frias Marques, presidente da associação.

Para o responsável da ANP, é uma sorte quando o IMI apenas triplica depois da nova avaliação. É que “há casos em que passa para 20 vezes mais”.

Por parte da secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais garante-se que os avaliadores “estão a proceder à avaliação dos prédios urbanos com base nos dados constantes das matrizes prediais e das plantas dos imóveis detidas pela Autoridade Tributária e Aduaneira ou fornecidas pelos municípios, complementados, sempre que necessário, com outras diligências, nomeadamente com vistorias aos prédios a avaliar”.

O gabinete do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, disse ao i que “até agora foram registadas apenas cerca de 500 pedidos de segundas avaliações, o que revela o rigor que está a ser utilizado pelos peritos no processo de avaliação geral”.

Muitos proprietários contestam e dizem que não reclamam com receio de serem ainda mais penalizados. Muitas vezes também não percebem a notificação, que consideram pouco clara.

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Gatewit inaugura esta manhã o centro de competências onde prevê a criação de 40 postos de trabalho e o investimento de 3 milhões de euros a três anos e que tem por objetivo o suporte a operações internacionais. A empresa portuguesa especializada em plataformas de comércio electrónico assumiu no ano passado o novo nome, abandonando a marca Construlink sob a qual operava há 10 anos.

O centro de competências está localizado em Lisboa, na sede da empresa, e pretende ser uma incubadora para a criação e amadurecimento de tecnologia e inovação. “Queremos que o novo centro de competências seja o futuro berço de mais e melhores soluções tecnológicas desenvolvidas pela Gatewit, para que possam partir daqui para o mundo”, refere Pedro Vaz Paulo, CEO da empresa, em comunicado.

A Gatewit tem como objectivo a exportação de know-how desenvolvido em Portugal. A empresa começou a sua internacionalização há cerca de ano e meio e já está presente em Espanha, no Brasil e em Silicon Valley, mas quer ainda alargar a expansão internacional.

“Vamos brevemente inaugurar uma operação no Reino Unido, um mercado que já está bastante maduro nesta área”, adiantou ao TeK o CEO da empresa.

A abordagem a mercados maduros, como o Reino Unido e os Estados Unidos, decorre em paralelo com a entrada em mercados emergentes, onde começa a sentir-se a necessidade das empresas apostarem em plataformas eletrónicas, mas onde o avanço é mais lento.

A estrutura do novo centro de competências em Portugal vai permitir a partilha de serviços, focando-se no desenvolvimento de soluções tecnológicas na área de eProcurement, ajudando as empresas a tirar mais partido das plataformas de comércio electrónico para negociação e aquisição de bens e serviços, assim como para fornecimento à Administração Pública. O objetivo passa também por aumentar os níveis de suporte aos clientes, alcançando ganhos de produtividade.

Recorde-se que ainda recentemente a Gatewit foi seleccionada pela ANCP fornecer a plataforma de suporte à contratação pública eletrónica que a agência usará no próximo ano.

Além da ANCP irão também fazer uso da plataforma Gatewit as unidades ministeriais de compras, as entidades veiculadas ao sistema nacional de compras públicas, tal como as entidades voluntárias aderentes ao sistemas nacional de compras públicas, podendo atingir um total de 2316 entidades públicas.

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Outsystems lançou no final da semana passada uma nova versão da sua plataforma de desenvolvimento de aplicações empresariais, a Agile Platform. A empresa portuguesa atualizou o produto durante o encontro anual com clientes e parceiros, que decorreu no Parque das Nações na última quinta e sexta-feira.

A versão 7 da Agile Platform introduz várias novidades, onde se incluem a LifeTime, uma componente para ajudar a gerir o ciclo de vida das aplicações e permitir um maior controlo no seu desenvolvimento.

Esta é uma das novidades a que a empresa dá grande destaque, defendendo que a nova componente pode garantir uma relação mais eficaz entre quem desenvolve as aplicações, quem as administra e que gere os sistemas operacionais.

Outra novidade é a melhoria do suporte a aplicações usadas por diversos utilizadores. “As novas funcionalidades permitem que as equipas de desenvolvimento se foquem apenas na criação de aplicações simples (“single tenant”), de valor acrescentado, deixando que a Agile Platform faça a gestão de todas as necessidades multiutilizador”, explica a empresa.

O Java também ganha destaque nesta versão 7 a Agile Plataform, que passa a disponibilizar todas as novas funcionalidades em Java e .net.

A Agile Plataform é hoje usada por uma rede de mais de 6 mil membros ativos. Conta com 59 parceiros integradores e 5.610 profissionais certificados. A Outsystems cita estudos da indústria para garantir que as suas metodologias permitem o desenvolvimento de aplicações 10,9 vezes mais rápido que outras tecnologias tradicionais.

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