App Center é o nome do mais recente lançamento do Facebook: um espaço para encontrar aplicações que promete sugerir as soluções mais indicadas para cada utilizador com base nos gostos dos utilizadores e nas classificações atribuídas ao software pelas pessoas na sua rede de contactos.

A plataforma foi anunciada ontem, numa mensagem publicada online pela rede social, vai ficar disponível “nas próximas semanas”, afirmando-se numa primeira fase como um espaço para divulgação de aplicações móveis, mas deverá funcionar também como uma loja de aplicações baseadas na Web, que possam ser embebidas no Facebook e noutros sites – desde que dependam da autenticação do utilizador na rede social.

A listagem de aplicações pelo serviço é gratuita e os utilizadores vão receber as recomendações com base em critérios como a sua localização e histórico de preferências, ao invés de ficarem limitados aos resultados do habitual sistema de classificação por atribuição de estrelas. Isto fará com que a página se apresente de maneira diferente consoante o utilizador que a ela aceda, sendo “moldada” à medida das preferências que este já manifestou durante a utilização da rede social.

fonte: Facebook
Imagem de conceito disponibilizada pelo Facebook 

Embora semelhante a uma loja na apresentação e funcionamento, esta plataforma não vai vender aplicações móveis mas sim encaminhar os visitantes para os locais onde estas podem ser adquiridas, como a AppStore e o Google Play. Ainda assim, servirá como uma importante ferramenta de divulgação.

Apesar de atualmente não servir fins comerciais, a rede social pretende rentabilizar o novo serviço. Numa mensagem publicada online, é prometida a introdução de uma nova funcionalidade que vai permitir pagar uma tarifa fixa para tirar partido de algumas aplicações no Facebook. Este projeto encontra-se atualmente em fase de admissão de aplicações para participarem na fase de testes.

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Os telemóveis, e mais propriamente os smartphones, são cada vez mais utilizados para aceder às redes sociais, seja via browser ou aplicações. A tendência é assinalada pela comScore numa análise referente ao mercado norte-americano, onde o tempo médio gasto por utilizadores que se ligaram através dos seus telefones a sites como o Facebook ou o Twitter, em março, superou o resultante do acesso via PC.

O tempo médio passado na rede criada por Mark Zuckerberg através de smartphone foi de 441 minutos, ou seja sete horas e 21 minutos, enquanto o acesso recorrendo ao computador foi de 391 minutos, traduzidos em seis horas e 31 minutos.

No Twitter a diferença ainda é maior. Os utilizadores móveis da rede microblogging passaram perto de duas horas online (114,4 minutos), enquanto as visitas ao site feitas a partir do computador somaram apenas uma média de 20,4 minutos.

A comScore dá igualmente dados sobre o acesso móvel para serviços como o LinkedIn, o Pinterest, o Foursquare e o Tumblr, mencionando tempos médios de, respetivamente, 12,9 minutos, 52,9m, 145,6m e 68,4 minutos.

“A navegação nas redes sociais provou ser uma atividade muito popular a partir dos smartphones, com várias marcas a mostrarem valores excecionalmente altos, em alguns casos superiores ao tempo correspondente passado pelos utilizadores num acesso web tradicional”, referem os responsáveis pela análise.

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Facebook anunciou hoje que as suas ações vão chegar à bolsa por um preço por ação entre os 28 e os 35 dólares. À venda vão ser colocadas 337,4 milhões de ações, quase metade colocadas pelos atuais acionistas da empresa.

Segundo os cálculos da própria empresa, a operação deverá permitir um encaixe de 5,6 mil milhões de dólares, já contabilizando todos os custos com comissões e os valores que serão devolvidos aos acionistas.

No entanto a receita gerada com a venda de ações deverá ser bastante superior, ultrapassando os 10 mil milhões de dólares, admitindo que as ações serão vendidas a um preço médio, face ao intervalo apontado pela empresa.

O Facebook é hoje a maior rede social do mundo, somando perto de 900 milhões de utilizadores. A entrada em bolsa da empresa, que acontecerá este mês, é aguardada com espectativa e tem sido algo de diversos rumores. Com a fixação de um intervalo de preços para as ações a empresa vem dar mais um passo na definição das condições da operação, que será uma das mais importantes dos últimos tempos.

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Foi recentemente anunciado que o Foursquare atingiu a marca dos 20 milhões de utilizadores activos, que resultaram em 2 biliões de Chek-Ins.

Segundo o Geeky Gadgets, em maio de 2011, o serviço tinha 9.3 milhões de utilizadores e processou aproximadamente 600 milhões de check-ins.

“Em 2010, os fãs do Foursquare declararam o dia 16 de abril como o “4sqDay”.  “Agora dois anos depois e com dois biliões de check-ins, você ainda sai da sua cama todos os dias por isso. Obrigado a todos os 20 milhões por permitirem que nós façamos parte de suas vidas”, afirmou a empresa em seu blog oficial.

Em janeiro deste ano, o Foursquare adicionou uma nova ferramenta ao seu serviço, permitindo que os utilizadores visualizem os menus de seus restaurantes favoritos directamente nos seus aparelhos móveis.

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Uma pesquisa efectuada pela Universidade de Gotemburgo na Suécia, envolvendo 1011 pessoa, entre as quais 335 eram homens e 676 mulheres com idades compreendidas entre os 30 e os 34 anos, indica que na rede social Facebook são as mulheres que passam mais tempo a aceder e a interagir com a rede social.

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