
O último tweet do Papa Bento XVI foi feito ontem, onde o pontífice relembrou o apoio dos seus fiéis.
Ao contrário do que se esperava a conta do Twitter não foi suspensa ou abandonada, continua activa apesar dos 36 Tweets com que contava terem sido removidos, e o nome registado ter sido alterado para “Sede Vacante”.
Tudo continuará desta forma até que seja encontrado um novo sucessor para o Papa Bento XVI.
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Segundo um estudo da Global Web Index estima que o Twitter actualmente seja utilizado por 21% da população mundial.
O estudo levado a cabo sugere ainda que o Twitter é rede social que tem um crescimento mais rápido, tendo crescido cerca de 40% no quarto trimestre de 2012 num total de 288 milhões de utilizadores.
Estima-se que 21% da população mundial utilize o Twitter.
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Já à algum tempo que me tinha deparado com o cartoon que acima apresento o qual faz um sátira à adesão do PAPA à rede social Twitter.
Como utilizador diário do Twitter penso que é uma alternativa válida de espalhar a sua ideologia, não só através do Twitter, como através de todas as redes sociais disponíveis. Isto porquê? Vivemos numa era tecnológica em que a transmissão de informação e conhecimentos se efectua via Internet, e não existe nenhuma outra forma tão rápida e eficaz de dar a conhecer algo do que as redes sociais.
As redes sociais ligam entre si milhões de utilizadores, e já não era sem tempo de o Vaticano abrir a mente às novas tecnologias e usá-las em seu próprio proveito, podendo levar assim as suas ideologias cristãs a todo o mundo e em tempo real!
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As redes sociais são actualmente um meio generalizado de partilha de informação, alcançando grandes massas num curto espaço de tempo. Seguindo essa filosofia Londres está a avaliar a possibilidade de os Bombeiros poderem começar a receber alertas via Twitter, aumentando assim a comunicação com os cidadãos que usem esta rede social.
Com esta solução Londres pretende oferecer mais uma ferramenta de contacto para os serviços de emergência.
Actualmente os Bombeiros de Londres já utilizam as redes sociais para recolher informações sobre as situações em eventos públicos de modo a poder definir uma melhor estratégia de intervenção.




